| Divine Weeks |
Disco:
| Never Get Used To It |
Faixas(*):
| Nº | Nome | Tempo |
| 1 | soul on ice | 3:55 |
| 2 | i found out | 3:35 |
| 3 | preachin' (to the choir) | 3:50 |
| 4 | bitterness | 5:21 |
| 5 | gingi and me | 5:48 |
| 6 | watershed | 4:50 |
| 7 | copper wire | 3:51 |
| 8 | animal move real slow | 5:24 |
| 9 | roll away | 5:33 |
Créditos(*):
| Nome | Instrumento(s) |
| george edmondson | bass |
| matt mahler | guitars |
| bill see | vocals |
| dave smerdzinksi | drums |
| tania jolly* | vocals ("roll away") |
| andy liotta* | keyboards ("watershed") |
| john henessey* | keyboards ("bitterness") |
(*) Respeitou-se a grafia em minúsculas constante no CD.
Links alternativos: 1 2 3 4
Disco:
| I Found Out [EP] |
Faixas:
| Nº | Nome | Tempo |
| 1 | I Found Out | 3:38 |
| 2 | I Want to Take You Higher | 3:50 |
| 3 | Goddamn Real To Me | 2:49 |
| 4 | Stay Hungry | 4:23 |
Músicas compostas pela banda, exceto "I Want To Take You Higher", composta por Sylvester "Sly Stone" Stewart.
Créditos (presumíveis):
Créditos (presumíveis):
| Nome | Instrumento(s) |
| George Edmondson | Bass, Background Vocals |
| Matt Mahler | Guitar, Background Vocals |
| Bill See | Vocals |
| Dave Smerdzinski | Drums, Percussion |
| Bobby Holley | Saxophone |
Disco:
| Preachin' (to the Choir) [EP] |
Faixas:
| Nº | Nome | Tempo |
| 1 | Preachin' (to the Choir) | 3:50 |
| 2 | Think | 3:13 |
| 3 | Roll Away [Acoustic Version] | 4:45 |
Músicas compostas pela banda, exceto "Think", composta por Aretha Franklin e Teddy White.
Créditos (prováveis):
Créditos (prováveis):
| Nome | Instrumento(s) |
| George Edmondson | Bass, Background Vocals |
| Matt Mahler | Guitar, Background Vocals |
| Bill See | Vocals |
| Dave Smerdzinski | Drums, Percussion |
Biografia/Resenha (disco "Never Get Used To It"):
A banda Divine Weeks foi, talvez, uma das maiores promessas do cenário musical de Los Angeles — certamente a propaganda e a atenção que ela recebeu durante a sua existência foram próximas das que são oferecidas a bandas como a U2, mas, pelo menos, a música mostrou-se boa o suficiente para justificá-las. Com o seu derradeiro disco, o quarteto mostrou nove poderosas canções, vendo passar uma tendência do alternative rock no mesmo ano em que outra se inaugurava aos olhos do público. Ironicamente, há muita coisa em "Never Get Used To It" que poderia facilmente caber em "Ten" (nota minha: famoso disco da Pearl Jam) — e certamente o vocalista Bill See tinha o mesmo sentimento de paixão e de desígnio que Eddie Vedder possuía com relação aos seus primeiros trabalhos e, possivelmente, com melhores resultados. Sua voz era boa, forte e ardente, mas com a doçura capaz de equilibrar as asperezas do som que cantava.
Quanto à banda como um todo, os seus integrantes tocavam de tudo, desde o clássico rock incendiário até o post-punk energético — a R.E.M. poderia ser um modelo, tanto quanto a U2, mas a Divine Weeks soava mais como uma boa banda dos anos 70, evitando solos idiotas que só servem para provocar barulho e fazer estilo. Os dois singles do disco, "I Found Out" e "Preachin' (To The Choir)", são grandes canções, feitas para ouvintes de rádio, misturando influências do funk com um inspirado feedback sonoro. Constata-se, na última, o melhor da banda; eventuais comparações com a Jane's Addiction fazem certo sentido aqui, na maneira como a banda deixa a música grandiosa e fortalecida com o acréscimo dos ecos. Outras músicas, como "Gingi And Me", dão sequência à "grandiloqüente e alta" abordagem, contudo a banda conseguiu também direcionar o seu trabalho para algo mais sutil, como "Watershed" e a excelente abertura, "Soul On Ice" — a última não minimamente, mas apenas com um toque mais suave, na comparação. Em suma, coisas boas que fizeram valer o resultado (Raggett Ned, site AllMusic; tradução livre do inglês).
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