Banda:
| The Neighborhood Bullys |
| What? |
Gênero: Garage Rock, Power Pop
Faixas:
| Nº | Nome | Compositor(es) | Tempo |
| 1 | Let Me Be Me | Messhell, Stanley | 2:58 |
| 2 | I'm Bored, Let's Fight | Meshell, Pearlman | 2:57 |
| 3 | Spin It | Meshell, Heifetz | 3:30 |
| 4 | Lead With Your Lips | Meshell, Mandell | 2:05 |
| 5 | Why I Steal | Adams, Heifetz, Meshell | 2:52 |
| 6 | All The Way Down | Meshell, Mandell | 4:08 |
| 7 | Our Time Is Coming | Meshell, Heifetz | 2:44 |
| 8 | Sux 2 B U | Heifetz, Meshell | 2:21 |
| 9 | Go Back (To Drinking) | Meshell, Wood | 2:37 |
| 10 | Alive | Meshell, Bonham | 3:51 |
| 11 | High On Life | Meshell, Heifetz | 2:58 |
| Nome | Instrumento(s) |
| Davey Meshell | Bass Guitar, Singer |
| Michael Hays | Electric Guitar, BG Singer |
| Joey Galvan | Drums, BG Singer |
| Eugene Edwards | Electric Guitar, BG Singer |
| Geoff Pearlman | Electric Guitar ("I'm Bored, Let's Fight", "Spint It") |
| Mike "Soupy" Sessa | Drums ("I'm Bored, Let's Fight") |
| Danny McGough | Hammond Organ ("Alive") |
Senha (password): melofilia
Biografia:
A biografia da banda, que segue, em tradução livre do inglês, foi retirada da sua página no MySpace.
Ouçam bem! A Neighborhood Bullys invadiu os bares de Los Angeles em 2006. Soltando melodias contagiantes tocadas com entusiasmada habilidade e letras irreverentes cantadas com epidêmica energia, o quarteto rapidamente conquistou público e críticos desavisados. É óbvio que os Bullys são a personificação do autêntico rock and roll, na mesma linha dos seus predecessores, incluindo os Rolling Stones, Ramones e New York Dolls. Mas eles adoçam o pote com a vivacidade new wave da Knack, o ruidoso glam da Slade, o pioneiro power pop da Raspberries, a parte metaleira da Kiss e o explosivo R&B e pub rock da Dr. Feelgood. Constatando o talento e o entusiasmo dos Bullys, Mike Chapman – o lendário produtor das bandas Sweet, Suzie Quatro e Blondie – estava pronto para capturá-los em estúdio.
O resultado é o poderoso e alto-astral disco de estréia, provocativamente intitulado “What?”, a ser lançado no início de 2010, pela Rankoutsider Records. O eixo central dos Bullys é Davey Meshell – criado no Brooklyn, cantor, baixista e compositor formado em Los Angeles, que já tocou com estimados músicos do naipe de Shelby Lynne, Peter Case, Etta James, Bobby Womack, John Lee Hooker, The Chambers Brothers, Buddy Guy e Buddy Miles. Meshell desmente seu visual yuppie de cavanhaque com a paixão e o lamento de um clássico cantor de soul. Embora ele tenha sido o foco central da banda desde o início, outros membros entraram e saíram até o line-up solidificar-se com os guitarristas Tex Mosley e Michael Hayes e o baterista Mike Sessa. Mosley, originalmente da Filadélfia, começou sua carreira em Nova Iorque como membro da banda de punk rock Pure Hell, compartilhando contas e locais de ensaio com a New York Dolls. Hays, nascido no Mississippi e crescido em Los Angeles, é um prodígio da guitarra, cujo ardor com a palheta identifica-o como um fenômeno criativo.
O baterista Mike Sessa se juntou aos Bullys depois de ser membro de bandas notáveis como Fear, Sylvain Sylvain, Rosie Flores e The BellRays. Conseguir o estelar produtor Mike Chapman para produzir o seu primeiro álbum foi uma façanha para os Bullys, mas isso aconteceu de uma forma muito simples. De acordo com Meshell, Kim Fowley, o famoso agente musical de Los Angeles, queria empresariar os Bullys. Embora essa relação nunca se tenha consumado, Fowley deu a Meshell alguns bons conselhos. “Kim disse que a melhor maneira de começar a trabalhar com seu produtor favorito era enviar-lhe uma mensagem e uma demo com as suas melhores coisas”, lembrou Meshell. “Ninguém supera Mike Chapman, no meu conceito, então lhe enviamos uma demo da nossa canção “I’m Bored, Let’s Fight” e ele finalmente respondeu. Ele me disse que ouviu a música doze vezes seguidas. Então ele disse que ia produzir nosso disco totalmente”. Isso virou um casamento ideal de artistas e produtor. “Nós já testamos o material em bares de Los Angeles durante meses”, disse Meshell. “Mike apareceu, voando de sua casa em Connecticut, e gravamos todas as faixas básicas em três dias. Ele mixou e masterizou o material em seu estúdio caseiro, e agora o disco vai sair pela Rankoutsider”. “What?” varia desde a loucamente cativante “Spin It”, passa pela pulsação sexy de “Lead With Your Lips”, chega até o estrondoso pancadão de “Let Me Be Me”, e culmina com o vigoroso fervor da quase gospel “Alive”.
E você pode dançar com o disco! Por cima do seu som explosivo, as canções dos Bullys são abençoadas com letras cínicas, brutalmente honestas, preparadas e apimentadas com rimas engenhosas. Como salienta Meshell: “Nós não pregamos ou dizemos a ninguém o que fazer. Estamos escrevendo sobre como as pessoas vivem, no seu dia a dia”. Com uma turnê programada pela costa oeste e sudoeste dos Estados Unidos e um segundo álbum, provisoriamente intitulado “Lost And Jealous”, em andamento (nota minha: o disco até hoje não foi lançado), os Bullys estão prontos para sair do âmbito regional. “Gastamos muito tempo em torno de nós”, disse Meshell. “Nós estamos todos lá porque nós acreditamos no que estamos fazendo. O que posso dizer? Nós todos amamos o barulhento rock ‘n’ roll”. Desnecessário dizer: prestem atenção nos Bullys!
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