Músico:
| Marcelo Nova |
| O Galope do Tempo |
Gênero: Rock Brasileiro
Faixas:
| Nº | Nome | Tempo |
| 1 | Fecundado | 4:50 |
| 2 | O Galope do Tempo | 3:27 |
| 3 | Outubro de 65 | 3:49 |
| 4 | Ninguém Vai Sair Vivo Daqui | 3:41 |
| 5 | Um Passo Pra Frente Dois Pra Trás | 3:54 |
| 6 | A Balada do Perdedor | 6:32 |
| 7 | Angel | 5:53 |
| 8 | Algumas Vezes | 3:59 |
| 9 | Poeira no Chão | 3:54 |
| 10 | Inêz Dorme | 4:18 |
| 11 | O Fantasma de Luiz Buñuel | 7:49 |
| 12 | A Torre Escura | 3:32 |
| 13 | O Deus de Deus | 2:19 |
| 14 | O Sonho | 3:05 |
| 15 | Fim de Festa | 3:38 |
| 16 | A Canção da Morte (A. G. Blues) | 3:25 |
Créditos:
| Nome | Instrumento(s) |
| Marcelo Nova | Vocal, Guitarra |
| Johnny Boy | Guitarra, Teclados |
| Lu Stopa | Contrabaixo |
| Denis Mendes | Bateria |
Links alternativos nos comentários
Resenha:
A resenha que segue tem a assinatura de Ider de Oliveira e foi publicada no site Território da Música. "Hoje, no mundo da música, onde se mistura um pouco de tudo, é muito comum perceber a variedade de estilos musicais numa única canção. Certamente essa não é a praia de Marcelo Nova, que lançou seu recente CD de inéditas "O Galope do Tempo". Com sua voz sinistra e jeitão irônico, Marcelo Nova traz sua própria trajetória existencial na seqüência das músicas. "Marcelo levou 13 anos para reunir as composições, todas carregadas por suas visões e reflexões sobre o céu e o inferno, a morte e o ocultismo, e regadas a muito rock e blues. "Das 16 faixas, as mais mórbidas são "A Torre Escura", "O Sonho" e "A Canção da Morte". As demais têm uma pegada bem rock'n roll, sem deixar de transmitir nas letras a sensação de arrependimento, de incerteza ou a procura de algo inatingível. "Talvez tenha sido apenas a representação de uma fase de sua vida. De qualquer forma é quase impossível não criar um 'link' da sonoridade deste disco com o seu velho rock oitentista, basta verificar as músicas "Outubro de 65", "Ninguém Vai Sair Vivo Daqui" e "Fecundado". "Seja qual for o motivo de um disco cravado de temas melancólicos, uma coisa fica clara, Marcelo Nova continua vagando por aí, fiel às suas origens." |