| Homunculus |
Disco:
| Homunculus |
Faixas:
| Nº | Nome | Tempo |
| 1 | Something Larger | 4:08 |
| 2 | Okay | 5:56 |
| 3 | Brighter Than The Sun | 6:47 |
| 4 | Strange Shoes | 4:00 |
| 5 | No Wonder | 6:23 |
| 6 | B-town | 5:27 |
| 7 | Hid Behind The Wind | 5:35 |
| 8 | Red Truck | 4:17 |
| 9 | In The Arms Of Father Time | 8:01 |
| 10 | Main Event | 5:25 |
| 11 | Comfort And Convenience | 4:44 |
| 12 | Sleep | 7:28 |
Créditos:
| Músico | Instrumento(s) |
| Christopher “Cupcake” Ellison | Drums, Percussion |
| Kevin Shima | Guitars, Vocals |
| Matt Wilson | Guitars, Vocals, Vibraslap |
| Christopher “Gil” Gilmartin | Bass Guitar, Harmonica, Vocals |
| Benjamin Doepke | Keyboards, Vocals, Nose Flute |
| Mitch Gertz* | Tambourine ("Hid Behind The Wind") |
| Mark Cobb* | Djembe ("Hid Behind The Wind") |
| Bill Kissel* | Flute ("Father Time") |
Disco:
| The Pulse Of Directed Devotion |
Faixas:
| Nº | Nome | Tempo |
| 1 | Get Outta The Way | 8:01 |
| 2 | 70 West | 4:25 |
| 3 | Cornelia | 3:37 |
| 4 | The Basic Word | 3:13 |
| 5 | The Daily Grind | 0:33 |
| 6 | A Little Time To Get Down | 8:09 |
| 7 | After All That | 6:00 |
| 8 | Liberation | 5:21 |
| 9 | [Unknown] | 8:18 |
Créditos:
| Músico | Instrumento(s) |
| Christopher “Cupcake” Ellison | Drums, Percussion |
| Kevin Shima | Guitars, Vocals |
| Matthew Wilson | Guitars, Vocals |
| Christopher “Gil” Gilmartin | Bass Guitar, Vocals |
| Benjamin Doepke | Keyboards, Vocals |
| Jason Barney* | Percussion |
| Janell Cox* | Vocals ("After All That") |
| Mark “House” Milholland* | Reverse Cymbal ("After All That") |
Disco:
| Words |
Faixas:
| Nº | Nome | Tempo |
| 1 | Here And There | 3:36 |
| 2 | Kitten Got Claws | 3:47 |
| 3 | Your Own Design | 2:55 |
| 4 | Deep South Beach | 3:29 |
| 5 | Stargazing | 3:14 |
| 6 | Time In A Can | 3:30 |
| 7 | Walking Home | 3:59 |
| 8 | When Sheila Dances | 4:22 |
| 9 | Everything | 3:54 |
| 10 | Perfect Routine | 4:45 |
| 11 | Okay | 4:53 |
Créditos:
| Músico | Instrumento(s) |
| Christopher “Cupcake” Ellison | Drums |
| Kevin Shima | Guitars, Vocals |
| Benjamin Doepke | Keyboards, Vocals |
| Adam Schoen | Bass Guitar, Vocals |
Biografia:
O texto a seguir (uma pequena radiografia da banda) foi retirado do site da Homunculus (atualmente desativado) e traduzido livremente do inglês.
O mundo era um lugar diferente no outono de 1995. O julgamento/escândalo de O. J. Simpson ainda cativava milhões de telespectadores, Alanis Morissette vendia cópias do seu disco "Jagged Little Pill" como se fossem bilhetes para o paraíso e ninguém nunca tinha ouvido falar dos talibãs.
A esta altura, em um porão isolado e mal-iluminado em Bloomington, Indiana, nascia a Homunculus.
Forjada numa incendiária combinação da sensibilidade do pop, da habilidade do funk, da criatividade da house (nota minha: no original: "art-house", que não encontra significado no jargão musical [é mais encontrado em arquitetura]; preferi traduzir a palavra como apenas house, um subgênero da dance music) e da versatilidade e intensidade das jam bands, a Homunculus estava executando um movimento de ataque. O alvo: todo mundo; todo mundo que queria mais da sua música roqueira do que um pós-grunge caricato poderia fornecer; todo mundo que ansiava acompanhar suas melodias com alto astral, sem dar bola para os grupos pop de sucesso; todo mundo que queria a sua música por ser visceral, cerebral, importante e, mais do que tudo, vital.
E foi assim que a Homunculus percorreu o campo de buraco em buraco, de pub em pub, de boate em boate até acumular um número de seguidores respeitável e leal. Sua musicalidade extraordinária evidenciou-se quando a banda começou a tocar ao vivo longas jams, e seus medleys frequentemente emocionavam o público, deixando o grupo muito contente.
O lançamento, em 1997, do seu homônimo álbum de estréia rendeu um modesto sucesso e uma ampla aclamação, e a banda continuou a conquistar novos fãs com seus fenomenais shows ao vivo e o seu cativante e incomparável som. Em 1998, a banda lançou "The Pulse Of Directed Devotion", que continha uma coleção de músicas menor do que o seu álbum de estréia, mas mais madura. "Pulse" sugeria vários caminhos musicais para a Homunculus, sem, no entanto, fixar compromisso com nenhum deles. O sucesso regional do álbum fez a banda progredir e começar a arrebentar em mercados maiores.
Perto do final de 1998, a Homunculus mudou-se para Cincinnati e intensificou sua agenda de shows. A banda era agora a atração principal das casas noturnas de Chicago e Nova York e o seu futuro parecia mais brilhante do que nunca. Infelizmente, em 1999, algumas mudanças no seu elenco dificultaram o processo de composição das musicas, e o próximo ano passou sem o lançamento de material novo. A Homunculus, no entanto, agradeceu a fidelidade dos seus fãs com o lançamento de "Live From The Wetlands Preserve", uma espécie de tapa-buraco entre os álbuns de estúdio.
Mas enquanto 2000 pareceu dar tão poucos frutos quanto um novo disco, seus shows eram melhores do que nunca. E, felizmente, a banda encontrou tempo para escrever e gravar o que se tornaria seu melhor álbum até então. Com o lançamento de "Words", em 2001, a Homunculus verdadeiramente entrou para o seleto time dos grandes grupos, escrevendo composições requintadas e originais.
Mas o que faz "Words" tão brilhante é isto: pela primeira vez, a Homunculus captou um som e um estilo que é verdadeiramente só seu. Eu nunca tinha palavras para descrever a Homunculus para as pessoas que jamais a tinham escutado (ou ouvido falar dela), mas, afortunadamente, "Words" conseguiu dar-lhes uma boa indicação. E se é para julgar uma banda pelo progresso que ela faz de um disco para outro, então Homunculus encontra-se atualmente no banco do motorista e a estrada à sua frente está parecendo realmente brilhante (S. K. Chowdhury — Chicago).
A banda tem uma página no Facebook.
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