
O texto a seguir, contendo vários textos a respeito da banda e/ou do disco, foi retirado do site da gravadora
Inker.
Espalhado em duas cidades diferentes — Curitiba e São Paulo — o trio curitibano lançou seu primeiro álbum 12 TEMAS EMBALADOS PARA VIAGEM em grande estilo em 2003, pelo selo INKER. Formado em 1999 por Vital Pasquale (bateria), Clayton Junior (baixo) e Rafael Cidral (guitarra e eventuais vocais), o grupo incendeia platéias com suas composições cheias de groove, rock e experimentalismos. Quase todos instrumentais, os 12 temas em questão vão, sem frescuras, do rock psicodélico a climas cinematográficos, passando longe de virtuosismos e mostrando que funk também se faz a golpes de guitarra.
FRUTOS DO FUNK

“O Suíte Minimal, em sua despretensão, traz mais novidades para a música instrumental brasileira que muitos álbuns que buscam um virtuosismo duvidoso que se desespera por não ser nem jazz americano, nem chorinho e nem música erudita. Aqui, a contribuição vem, basicamente, pelo caminho do funk. ‘Toma que o Filho é Teu’ tem um entrosamento perfeito entre as guitarras de Rafael Cidral e Zé Hillhouse, a bateria de Vital Pascoale (sic) e Clayton Junior, enfeitados pelos dedilhados pontuais (quase um Pinetop Perkins) do piano de Matias Capovilla.” — Revista Bravo, Março/2004.

“Em quase 40 minutos, a banda faz um funk guitarreiro, um tanto branquelo, mas com momentos bem inspirados” — Folhateen, 26/01/2004.
“O grupo vem do Paraná com uma mistura de punk, psicodelia e grooves, muitas guitarras e efeitos criativos. São 12 faixaz, dez delas instrumentais e duas com letras em inglês — a ótima ‘One More Guiness’ e ‘Go Burning Bird’. Uma estréia de alto nível…” — O Estado de Minas, 03/02/2004.

“Um clima supercinematográfico perambula por todas as faixas, que lembram trilhas de filmes e cenas de perseguição de seriados antigos. (…) Guitarra estridente, baixo bombando à frente da massa sonora e bateria quebrada formam uma combinação perfeita para promover momentos bem experimentais” — Gazeta do Povo, (Paraná) 11/02/2004.
“O disco mostra um rockão de power trios como Cream e o Jimi Hendrix Experience tocado de um jeito ao mesmo tempo mais funkeado e mais sujo, quase todo instrumental. Os ocasionais vocais são quase declamados e gritados, em inflexão meio teatral. A percussão também ajuda a contrapor um clima meio pós-punk aos riffs setentões de guitarra, assim como o timbre das guitarras” — Diário Catarinense, 17/12/2003.
“Uma miscelânea de James Brown, Curtis Mayfield e Hendrix. Tudo misturado criando um funk instrumental com a guitarra alta, bateria de rock e um baixo bem marcado. Este é o Suite Minimal, uma banda que é de vários lugares ao mesmo tempo” — Cybergoias.com, junho 2004.