domingo, 21 de agosto de 2011

Ape House - Discografia básica

Banda:
Ape House
Gênero: Powerpop


Front
Disco:
...Minutes to Go...
Ano: 2002
Faixas:

Nome Tempo
1 She Plays (Like A Hit Single) 2:13
2 Trying To Have A Good Time 2:24
3 We Shouldn’t Have Made Out 2:38
4 You’re Not So Special 3:03
5 Aging Stewardess 2:36
6 Tour Of Japan 2:49
7 Split Second 2:37
8 She’s (Got) The Right Stuff 3:36
9 Pulling A Hertzberg 2:24
10 Yeah! 2:07
11 Lenght Does Matter 2:37
12 Wash Out 2:48
13 Chicks Dig Speed 2:36
Créditos:
Músico Instrumento
J. Forté Vocals, Guitar
Gil Hegwood Lead Guitar
Steve Shook Bass
GP Shook Drums
Postagem

Front
Disco:
Tired Of Style
Ano: 2004
Faixas:

Nome Tempo
1 Making A Break For It 2:28
2 We’re Going Crazy 2:30
3 Are You Buzzed? 2:16
4 Tired Of Style 3:34
5 She Plays It Loud, She Plays It Proud 2:29
6 I Got Your Message 2:35
7 Kissing Your Life 2:34
8 Eye Candy 2:25
9 Let It Out 2:38
10 Wishing Yourself To Sleep 2:59
11 Baby, It’s Warm In Here 2:08
12 I’m So Perfect 2:22
Créditos:
Nome Instrumento
J. Forté Vocals, Guitar
Gil Hegwood Lead Guitar
Steve Shook Bass
GP Shook Drums
Postagem

Abaixo, a biografia da banda, extraída da sua página no MySpace e vertida livremente do inglês.
BandaA banda powerpop sensação de Washington, Ape House, combina balanço com trabalhos de guitarra inteligentes, vocais cativantes, baixo de primeira e bateria feroz. Todos os fãs de boa música sabem que a Ape House foi formada em Washington, DC, em 2001, quando J. Fort (nota minha: também aparece como Forté [na própria página da banda no Myspace] e Forte [no site AllMusic]), entusiasta por gravações caseiras, reuniu-se com Steve Shook, lendário baixista local, e Gil Hegwood e GP Shook, ex-membros da Love Slug. Embora o plano inicial da banda fosse garantir um contrato milionário com uma grande gravadora no momento em que fizesse a sua quinta apresentação pública, seus integrantes, sabiamente, decidiram primeiro angariar um pouco de crédito popular, e assim formaram o selo independente Croftone Records.
Banda 2
No verão de 2001, foi lançado o EP homônimo da Ape House. A banda então aperfeiçoou a sua performance ao vivo, com um bonito visual, fazendo a platéia suar com sua original mistura de melodias ao estilo Byrds e a energia dos Ramones. Na primavera de 2002, a Apes isolou-se no LSP Studios, em Annapolis, e saiu de lá com o disco de 13 faixas "...Minutes To Go...". Elogios da crítica, divulgação nas rádios internacionais e nacionais e dezenas de shos ao longo da Costa Leste daí resultaram, incluindo performances no Dewey Beach Pop Fest e no show de variedades Big Break, da rádio WHFS. A Ape House agora retorna com seu segundo álbum longo, "Tired Of Style", gravado no Inner Ear Estudios, em Arlington, entre o outono e o inverno de 2003/2004. Compre o disco... e ame-o!! Atualização: infelizmente, a Ape House decidiu parar no outono de 2005. Ou foi obrigada?

Suite Minimal - 12 Temas Embalados Para Viagem

Capa
Banda:
Suite Minimal
Disco:
12 Temas Embalados Para Viagem
Ano: 2004
Gênero: Rock Alternativo, Rock Instrumental, Rock Brasileiro
Faixas:

Nome Tempo
1 Toma Que O Filho É Teu 2:37
2. Against Giroflex 3:27
3 O Cigano Que Caiu Da Carroça 3:43
4 One More Guiness 2:21
5 O Homem Dos Óculos Escuros Grandes 1:35
6 Olomio 2:55
7 Opus 2:26
8 O Dia Em Que Vi Vozes 2:29
9 Meu Cérebro Está Indo Embora 2:14
10 Go Burning Bird 3:15
11 O Psicopata E Seu Cachorrinho Yorkshire 2:53
12 João Jogador Especial 9:03
Todas as músicas foram compostas pela banda; as letras de "One More Guiness" e "Go Burning Bird" são de autoria, respectivamente, de Rafael Cidral e Clayton Junior
Créditos:
Músico Instrumento(s)
Rafael Cidra Guitarra, Voz
Zé Hillhouse Guitarra
Clayton Junior Baixo
Vital Pasquale Bateria, Percussão
Matias Capovilla* Piano (faixa 1), Órgão (faixa 2, Sintetizador (faixa 9)
Camila Seleme* Vocal (faixa 10)
*Convidado
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Banda O texto a seguir, contendo vários textos a respeito da banda e/ou do disco, foi retirado do site da gravadora Inker.
Espalhado em duas cidades diferentes — Curitiba e São Paulo — o trio curitibano lançou seu primeiro álbum 12 TEMAS EMBALADOS PARA VIAGEM em grande estilo em 2003, pelo selo INKER. Formado em 1999 por Vital Pasquale (bateria), Clayton Junior (baixo) e Rafael Cidral (guitarra e eventuais vocais), o grupo incendeia platéias com suas composições cheias de groove, rock e experimentalismos. Quase todos instrumentais, os 12 temas em questão vão, sem frescuras, do rock psicodélico a climas cinematográficos, passando longe de virtuosismos e mostrando que funk também se faz a golpes de guitarra.
FRUTOS DO FUNK
Banda 2 “O Suíte Minimal, em sua despretensão, traz mais novidades para a música instrumental brasileira que muitos álbuns que buscam um virtuosismo duvidoso que se desespera por não ser nem jazz americano, nem chorinho e nem música erudita. Aqui, a contribuição vem, basicamente, pelo caminho do funk. ‘Toma que o Filho é Teu’ tem um entrosamento perfeito entre as guitarras de Rafael Cidral e Zé Hillhouse, a bateria de Vital Pascoale (sic) e Clayton Junior, enfeitados pelos dedilhados pontuais (quase um Pinetop Perkins) do piano de Matias Capovilla.” — Revista Bravo, Março/2004.
Banda 3 “Em quase 40 minutos, a banda faz um funk guitarreiro, um tanto branquelo, mas com momentos bem inspirados” — Folhateen, 26/01/2004.
“O grupo vem do Paraná com uma mistura de punk, psicodelia e grooves, muitas guitarras e efeitos criativos. São 12 faixaz, dez delas instrumentais e duas com letras em inglês — a ótima ‘One More Guiness’ e ‘Go Burning Bird’. Uma estréia de alto nível…” — O Estado de Minas, 03/02/2004.
Banda 4 “Um clima supercinematográfico perambula por todas as faixas, que lembram trilhas de filmes e cenas de perseguição de seriados antigos. (…) Guitarra estridente, baixo bombando à frente da massa sonora e bateria quebrada formam uma combinação perfeita para promover momentos bem experimentais” — Gazeta do Povo, (Paraná) 11/02/2004.
“O disco mostra um rockão de power trios como Cream e o Jimi Hendrix Experience tocado de um jeito ao mesmo tempo mais funkeado e mais sujo, quase todo instrumental. Os ocasionais vocais são quase declamados e gritados, em inflexão meio teatral. A percussão também ajuda a contrapor um clima meio pós-punk aos riffs setentões de guitarra, assim como o timbre das guitarras” — Diário Catarinense, 17/12/2003.
“Uma miscelânea de James Brown, Curtis Mayfield e Hendrix. Tudo misturado criando um funk instrumental com a guitarra alta, bateria de rock e um baixo bem marcado. Este é o Suite Minimal, uma banda que é de vários lugares ao mesmo tempo” — Cybergoias.com, junho 2004.