Banda: See No Evil
Disco: Songs
Ano: 1990 (*)
Gênero: Classic Rock
Faixas:
1. Scream Bloody Murder (4:22)
2. I Think You Are Dreaming (4:01)
3. Never On Your Knees (5:02)
4. Crosses (3:42)
5. Witchdoctor (3:53)
6. Hurricane (4:33)
7. Little Bit Of Love (4:18)
8. Care About You (4:49)
9. Is This Human? (3:33)
10. Angels (4:24)
11. Home Forever (4:13)
12. Just Waiting (3:50)
13. Mourning Glory (3:30)
14. Please Please (4:18)
15. Remember (4:44)
(Todas as músicas foram compostas por Salmon)
Créditos:
Robin Salmon: Vocals, Guitar
Bob Barleen: Bass, Backing Vocals
James Hendrick: Drums
Kol Marshall: Piano, Organ, Backing Vocals
Lucas Janklow: Lead Guitar (faixa 1)
Steve Davis: Tambourine (faixa 1)
New Voices Of Freedom: Vocals (faixa 10)
Steve Davis: Tambourine (faixa 12)
Soozie Tyrell: Violin (faixa 14)
(De acordo com o site Discogs, de onde foi tirada a ficha do disco, o álbum teria sido lançado originalmente em 1976, mas não é verdade, conforme o depoimento de Kol Marshall no seu site e também uma entrevista de Robin Salmon; o lançamento ocorreu mesmo em 1990).
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| Robin Salmon |
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| Kol Marshall |
A biografia da banda, que segue, em tradução livre do inglês, foi extraída de parte da biografia do seu líder, Robin Salmon, encontrada no site da Tradebit.
(...) Aos 15 anos, Salmon ganhou seu primeiro violão, escreveu sua primeira canção e percebeu que a vida de artista era um destino inevitável. Recém saído da escola, Salmon formou a See No Evil, que viria a ser um sucesso (nota minha: nem tanto, nem tanto...). Enquanto a banda estava sediada em Austin e tocando em todos os botecos da vida, Salmon escreveu uma canção para o International Youth Year, um festival realizado pela Assembléia Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque. A oportunidade de tocar ao vivo perante as Nações Unidas e a contaminação pela vitalidade e a agitação que tomavam conta da Nova Iorque dos anos 80 fizeram a cabeça de Salmon e seus companheiros, que decidiram mudar-se para lá. Enquanto morava na comunidade grega de Queens e sobrevivia comendo arroz branco e tomando kool-aid (nota minha: um refrigerante americano), o grupo fez constantes shows no mal-afamado CBGB (nota minha: um clube de Manhattan, em Nova Yorque, conhecido, segundo a Wikipedia, "por não ser um ambiente agradável", embora tenha ficado famoso pelos importantes artistas que por lá se apresentaram e até mesmo debutaram). Em uma dessas apresentações, o legendário produtor Richard Robinson, dos notórios Lou Reed e David Johnson, descobriu os jovens músicos. Impressionado com a banda e, particularmente, com as composições de Salmon, Robinson garantiu à See No Evil um contrato com a Epic, que lançaria dois discos do grupo. Os lançamentos de "See No Evil" e "Songs", ambos produzidos por Robinson, foram acompanhados de críticas bastantes elogiosas. A Rolling Stone descreveu a See No Evil como uma banda de melodias memoráveis e uma poderosa pulsação. A Details Magazine disse que a banda expele intensa emoção e integridade, que só podem ser comparadas à aura que cerca a U2. Robin (nota minha: o texto não diz, mas acho que é a Details Magazine que segue falando da banda) conta com a presença e ingredientes de um herói de culto com uma mensagem (nota minha: seja lá o que isso quer dizer...). A Rockpool caracterizou a banda como profundamente enraizada no som e na sensibilidade dos grupos seminais do final dos anos 70, como a Television. Atuando bravamente (nota minha: a exemplo do que ocorreu atrás com outra frase do texto, acredito que seja a Rockpool continuando a comentar sobre a banda), áspera e sólida, a banda punk/new wave pós-anos 70 See No Evil, liderada por Salmon, é o máximo. Indicada para três prestigiados prêmios musicais de Nova Iorque, a banda excursionou incansavelmente até 1992, quando Salmon sofreu um acidente de moto que quase lhe tirou a vida (nota minha: depois do acidente, ou em razão dele, a banda dissolveu-se). (...)



