Banda: Tearjerkers
Disco: Bad Mood Rising
Ano: 2001
Gênero: Garage Rock, Rock & Roll
Faixas:
1. White Lie, Black Eye (Tearjerkers, Yarber) 2:39
2. Stupid Cupid (Tearjerkers, Yarber) 2:25
3. Wire Tapper Calling (Tearjerkers, Yarber) 2:01
4. Dollar To Death (Tearjerkers, Yarber) 1:33
5. Teeny Weeny Little Bit (Bass, Brown, Thornton, Washington) 2:13
6. Make It Hard (Tearjerkers, Yarber) 3:12
7. Bank, Gun, Jail (Tearjerkers, Yarber) 2:36
8. Head Of The Class Clowns (Tearjerkers, Yarber) 2:41
9. Earthquake Date (Pretty Bad Baby) (Tearjerkers, Yarber) 1:51
10. Devil's Border (Tearjerkers, Yarber) 3:50
11. Bottomless Purse (Tearjerkers, Yarber) 3:48
12. D.O.A. Blues (Van Halen) 2:26
Créditos:
Jack Yarber: Guitar (Acoustic), Guitar (Electric), Noise, Vocals
Scott Bomar: Accordion, Bass (Electric), Bass (Upright), Organ, Piano
Bubba Bonds: Drums, Percussion
John Whittemore: Guitar, Guitar (Bass), Organ, Vocals (Background)
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| Jack Oblivian |
Outra na épica lista de bandas de Jack Yarber (nota minha: mais conhecido como Jack Oblivian), legendário músico do rock garagem vanguardeiro, a Tearjerkers tem a mesma mistura de rock sujo e blues como qualquer um dos seus diversos projetos. O pesado R&B de "White Lie, Black Eye" abre o disco, combinando a atitude da Oblivians com a sensibilidade de Robin Zander, da Cheap Trick. "Stupid Cupid" segue a mesma abordagem, mas com uma pegada roqueira típica dos anos 70 e um brilhante solo duplo de guitarra. Então o álbum trilha um caminho mais tortuoso, com o estilo Stooges fazendo "Wire Tapper Calling" e "Dollar to Death" soarem menos distorcidas, acompanhadas de um teclado-faceiro à la Ramones. Muito parecida com a Compulsive Gamblers e as várias outras bandas de Yarber, o que torna a Tearjerkers tão especial é a interpretação de estilos clássicos da música pelo seu frontman, aliado à sua incrível capacidade de preencher as letras auto-depreciativas das canções com uma gama completa de emoção e intensidade. O psycho-country de "Bank, Gun, Jail" fornece uma notável história de um fora-da-lei, com a típica criatividade de Yarber a serviço de uma letra humorística ("Ela era minha Bonnie, eu era o seu Clyde"). Outros destaques incluem a frenética, ruidosa e bem-humorada "Earthquake Date" e o sotaque caipira e a futilidade de "viver atrás de uma insígnia de latão" de "Devil's Border". Dez das 12 faixas são originais, e "Bad Mood Rising" encerra com "D.O.A. Blues", um inusual mas íntegro blues cover garageiro da Van Halen. A honestidade e a entrega de Yarber, sem falar na sua predileção por uma música bem escrita, de alguma maneira fazem essa coleção de canções soar atemporal e indispensável (Ian Trumbull, site AllMusic; tradução livre do inglês).


