
Banda: Ne'er Do Evers
Disco: 100% Wrong
Ano: 2008
Gênero: Alternative Rock, Psychedelic Rock
Faixas:
1. Lhasa Apso (3:28)
2. Who Forgot You (2:21)
3. Closing The Coffin (3:26)
4. Matt1 (3:56)
5. Down Time (4:02)
6. Choose Your Own Adventure (2:45)
7. Floory Anna (2:02)
8. Ditch (2:53)
9. Rat Rat Ratty Hole (5:52)
Créditos:
Chris Buckridge: Vocals, Guitar
Jason Bemis Lawrence: Drums, Percussion
Matt Moon: Vocals, Bass, Treated sax
Mike Quoma: Guitar, Vocals

A biografia da banda, abaixo transcrita, em versão livre do inglês, foi extraída da página da Ne'er Do Evers no MySpace.
Produto da pulsante cena musical que é o Brooklyn pós-milenar, a Ne'er Do Evers vem fazendo o seu caótico punk pop desde agosto de 2006. Com um line-up de músicos experientes tocando as músicas do frontman Chris Buckridge, a banda é uma animada mistura de raiva, humor e vulnerabilidade, cada emoção pronta para vir à tona e/ou esmagar os outros a qualquer momento (comentário meu: tem frases que só os americanos conseguem produzir; é uma mistura de nonsense com surrealismo, que, a pretexto de serem moderninhas, só conseguem gerar perplexidade a quem as lê). A Ne'ers toca uma música que é cinqüenta por cento de pensamentos pesados (comentário meu: ?) e cinqüenta por cento de reflexo patelar (comentário meu: ?), com um som melhor descrito como um visceral tapa na cara, uma destilação de arte, álcool e atitude – não só intoxicando, mas entorpecendo a mente para um bom caminho (comentário meu: ????)
O nome da banda reflete o lado preguiçoso de Buckridge: “Sempre admirei as pessoas que não eram ambiciosas”, diz ele. “Nós não pensamos muito sobre isso, só em tocar”. Mas isso não é toda a história. Buckridge tem trabalhado arduamente para elaborar a ilusão de indiferença: o EP “Vessels” e o disco longo “Idiot Garden” foram gravados numa máquina de 4 canais pré–2006, com Buckridge tocando praticamente todos os instrumentos em todas as faixas, com uma pitada de músicos convidados colorindo os álbuns.
A Ne'er Do Evers tem uma eclética mistura de influências, muitas delas baseadas na estética do “faça você mesmo”, exemplificada por Daniel Johnston, Sebadoh, Frank Black & The Catholics, Dinosaur Jr., Paul Westerberg, Iggy Pop, The Stooges, Black Flag, The Minutemen, Todd Rundgren e They Might Be Giants, só para citar os mais importantes. (...)
Antes da formação atual da banda, a Ne'ers teve uma vida anterior com um elenco rotativo modelado em idêntico rodízio praticado pela Guided By Voices nos recentes anos 90. Cansado da inconsistência, Buckridge desativou a banda durante três anos, sem gravar, sem tocar, mas continuou escrevendo novas canções para a Ne'er Do Evers. Em agosto de 2006, ele e o guitarrista Mike Quoma, um dos integrantes do line-up anterior, promoveram a volta da banda. Eles trouxeram o baixista Matt Moon, um veterano da cena do Brooklyn, bem como o talentoso baterista Jason Lawrence Bemis, os quatro trabalhando quando e onde o trabalho se oferecia. Jason trouxe uma intensidade nova e emocionante para o grupo, ajudando a empurrar a música mais longe e mais rapidamente, em mil direções ao mesmo tempo (comentário meu: outro exemplo de frase empolada, que não diz coisa com coisa... ou nada com nada...). O quarteto percorreu o nordeste (comentário meu: deve ser dos EEUU) com grande sucesso e um plano para cair na estrada novamente o mais cedo possível. No que diz respeito a Buckridge, essa é a formação que ele sempre sonhou para a Ne’er Do Evers.
“100% Wrong” é o registro mais recente da Ne'er Do Evers. Um regresso ao estúdio, e o primeiro com esse line-up, que marca também a entrada do grupo no campo das composições e arranjos, no espírito do constante dinamismo da Ne’er Do Evers.
“Chris Buckridge é o segredo musical melhor guardado do Brooklyn. Dreamy pop, rock spikey, dement glee... ele faz tudo isso – muitas vezes na mesma canção. Alguns dizem que ele é o irmão caçula de Frank Black, perdido há muito tempo; eu digo que é melhor o Sr. Black assistir a sua volta” – Andrew Hultkrans, author, “Forever Changes” (33 1/3 series).


