quinta-feira, 22 de julho de 2010

Ne'er Do Evers













Banda: Ne'er Do Evers
Disco: 100% Wrong
Ano: 2008
Gênero: Alternative Rock, Psychedelic Rock
Faixas:
1. Lhasa Apso (3:28)

2. Who Forgot You (2:21)
3. Closing The Coffin (3:26)
4. Matt1 (3:56)
5. Down Time (4:02)
6. Choose Your Own Adventure (2:45)
7. Floory Anna (2:02)
8. Ditch (2:53)
9. Rat Rat Ratty Hole (5:52)
Créditos:
Chris Buckridge: Vocals, Guitar
Jason Bemis Lawrence: Drums, Percussion
Matt Moon: Vocals, Bass, Treated sax
Mike Quoma: Guitar, Vocals
















A biografia da banda, abaixo transcrita, em versão livre do inglês, foi extraída da página da Ne'er Do Evers no MySpace.
Produto da pulsante cena musical que é o Brooklyn pós-milenar, a Ne'er Do Evers vem fazendo o seu caótico punk pop desde agosto de 2006. Com um line-up de músicos experientes tocando as músicas do frontman Chris Buckridge, a banda é uma animada mistura de raiva, humor e vulnerabilidade, cada emoção pronta para vir à tona e/ou esmagar os outros a qualquer momento (comentário meu: tem frases que só os americanos conseguem produzir; é uma mistura de nonsense com surrealismo, que, a pretexto de serem moderninhas, só conseguem gerar perplexidade a quem as lê). A Ne'ers toca uma música que é cinqüenta por cento de pensamentos pesados (comentário meu: ?) e cinqüenta por cento de reflexo patelar (comentário meu: ?), com um som melhor descrito como um visceral tapa na cara, uma destilação de arte, álcool e atitude – não só intoxicando, mas entorpecendo a mente para um bom caminho (comentário meu: ????)
O nome da banda reflete o lado preguiçoso de Buckridge: “Sempre admirei as pessoas que não eram ambiciosas”, diz ele. “Nós não pensamos muito sobre isso, só em tocar”. Mas isso não é toda a história. Buckridge tem trabalhado arduamente para elaborar a ilusão de indiferença: o EP “Vessels” e o disco longo “Idiot Garden” foram gravados numa máquina de 4 canais pré–2006, com Buckridge tocando praticamente todos os instrumentos em todas as faixas, com uma pitada de músicos convidados colorindo os álbuns.
A Ne'er Do Evers tem uma eclética mistura de influências, muitas delas baseadas na estética do “faça você mesmo”, exemplificada por Daniel Johnston, Sebadoh, Frank Black & The Catholics, Dinosaur Jr., Paul Westerberg, Iggy Pop, The Stooges, Black Flag, The Minutemen, Todd Rundgren e They Might Be Giants, só para citar os mais importantes. (...)
Antes da formação atual da banda, a Ne'ers teve uma vida anterior com um elenco rotativo modelado em idêntico rodízio praticado pela Guided By Voices nos recentes anos 90. Cansado da inconsistência, Buckridge desativou a banda durante três anos, sem gravar, sem tocar, mas continuou escrevendo novas canções para a Ne'er Do Evers. Em agosto de 2006, ele e o guitarrista Mike Quoma, um dos integrantes do line-up anterior, promoveram a volta da banda. Eles trouxeram o baixista Matt Moon, um veterano da cena do Brooklyn, bem como o talentoso baterista Jason Lawrence Bemis, os quatro trabalhando quando e onde o trabalho se oferecia. Jason trouxe uma intensidade nova e emocionante para o grupo, ajudando a empurrar a música mais longe e mais rapidamente, em mil direções ao mesmo tempo (comentário meu: outro exemplo de frase empolada, que não diz coisa com coisa... ou nada com nada...). O quarteto percorreu o nordeste (comentário meu: deve ser dos EEUU) com grande sucesso e um plano para cair na estrada novamente o mais cedo possível. No que diz respeito a Buckridge, essa é a formação que ele sempre sonhou para a Ne’er Do Evers.
“100% Wrong” é o registro mais recente da Ne'er Do Evers. Um regresso ao estúdio, e o primeiro com esse line-up, que marca também a entrada do grupo no campo das composições e arranjos, no espírito do constante dinamismo da Ne’er Do Evers.
“Chris Buckridge é o segredo musical melhor guardado do Brooklyn. Dreamy pop, rock spikey, dement glee... ele faz tudo isso – muitas vezes na mesma canção. Alguns dizem que ele é o irmão caçula de Frank Black, perdido há muito tempo; eu digo que é melhor o Sr. Black assistir a sua volta” – Andrew Hultkrans, author, “Forever Changes” (33 1/3 series).


Galactic














Banda: Galactic
Disco: Crazyhorse Moongose
Ano: 1998
Gênero: Jam Band
Faixas:
1. Hamp's Hump (Hampton) 3:45
2. Love On The Run (Galactic, Mercurio) 5:45
3. Crazyhorse Mongoose (Ellman, Mercurio, Mingledorff, Moore, Raines, Vogel) 4:47

4. Witch Doctor (Galactic, Moore) 4:13
5. Metermaid (Gowen, Mercurio, Moore, Raines, Vogel) 1:37
6. Change My Ways [Pt. 1] (DeClouet, Galactic, Mercurio, Moore, Raines, Vogel) 1:38
7. Change My Ways [Pt. 2] (DeClouet, Galactic, Mercurio, Moore, Raines, Vogel) 4:22
8. Denny's Village Rundown (Moore) 2:30
9. Tighten Your Wig (Mercurio, Moore, Raines, Vogel) 3:11
10. Cafe Declouet (DeClouet) 0:21
11. Start From Scratch (Galactic, Raines) 4:12
12. Quiet Please (Galactic, Mercurio, Moore, Raines, Vogel) 20:55
Créditos:
Theryl DeClouet: Vocals
Ben Ellman: Sax (Baritone), Sax (Tenor)
Robert Mercurio: Bass
Jason Mingledorff: Sax (Alto), Sax (Tenor)
Stanton Moore: Drums
Jeff Raines: Guitar
Richard Vogel: Keyboards
















Jason Ankeny biografou a banda para o site allmusic, em texto que segue, traduzido livremente do inglês.
O conjunto de jazz-funk Galactic, de New Orleans, foi formado em 1994; originalmente um octeto, o grupo rapidamente reduziu-se a um sexteto instrumental, composto pelo guitarrista Jeff Raines, o organista Rich Vogel, o baixista Robert Mercurio, os saxofonistas Ben Ellman e Jason Mingledorff e o baterista Stanton Moore. Mais tarde, adicionando o veterano músico do cenário de Crescent City, Theryl DeClouet, nos vocais, a Galactic construiu um fervoroso núcleo de admiradores locais, por força de um inflexível calendário de apresentações ao vivo, que incluiu a abertura de shows para ídolos do grupo, como The Meters, Maceo Parker e Medeski, Martin & Wood. Em 1996, a Galactic lançou o seu LP de estréia, “Coolin’ Off”; com a assinatura do grande selo Capricorn, o grupo relançou o álbum dois anos mais tarde, logo seguido do novo “Crazyhorse Mongoose”. Daí em diante, a banda lançou um punhado de discos, incluindo “Late For The Future”, em 2000, “Ruckus”, em 2003, e “From The Corner To The Block”, em 2007. A própria banda lançou dois álbuns ao vivo de suas performances no Jazz Fest, em 2008 e 2009. Em 2010, a banda realizou o seu projeto mais ambicioso até então, “Ya-Ka-May”, uma gravação feita em New Orleans, com convidados do quilate de Irma Thomas, Big Chief Bo Dollis, Rebirth Brass Band e Walter “Wolfman” Washington.
A banda possui uma página no MySpace, onde podem ser obtidas maiores informações a seu respeito.